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  • O orientalismo carioca: Marrocos no imaginário de uma telenovela brasileira

    Waïl S. Hassan (University of Illinois at Urbana-Champaign, EUA)

    Se o orientalismo representa um discurso de domínio ocidental sobre o "Oriente", como argumentou Edward Said em seu livro Orientalismo (1978), o que acontece quando "viaja" para outra parte do Sul global? Quais são, por exemplo, os contornos do orientalismo brasileiro? Se não for impulsionado por motivos imperiais ou de política externa, quais são seus investimentos ideológicos? A palestra aborda essas questões focando a representação do Marrocos e do Islã na telenovela O Clone (2001-2002), da Rede Globo. A telenovela descreve o Marrocos como um lugar de alteridade e solidariedade. É ao mesmo tempo o repositório da espiritualidade autêntica, bem como um país antimoderno e ligado à tradição. Esses paradoxos evidenciam a problemática da identidade no Brasil do século XXI.

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  • MEMÓRIA DA ABRALIC: entrevista com Léa Masina

    Em uma nova série de postagens, vamos contar aqui no site um pouco da trajetória da Associação Brasileira de Literatura Comparada por meio de depoimentos colhidos das testemunhas oculares dessa história.

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  • Para uma hermenêutica dos conceitos de Culpa, Compaixão e Ressentimento

    Prezados colegas,

    Gostaríamos de convidá-los para um conjunto de webinars promovidos pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Literatura e Crítica da Literária (PUC-SP)

    A primeira conferência, intitulada “Para uma hermenêutica dos conceitos de Culpa, Compaixão e Ressentimento” será proferida pelo professor Dr. Ettore Finazzi-Agrò (Università di Roma La Sapienza).

    Data: 25 de junho (quinta-feira)
    Horário: 13 h (São Paulo) / 18h (Itália)
    O evento é gratuito e, para participar, basta clicar no link no dia e horário do evento:
    https://us02web.zoom.us/

    Haverá, também, a transmissão pelo Youtube de nosso Programa (Literatura PUC-SP).

    Será um prazer tê-los conosco!

    Qualquer dúvida, entrem em contato: poslclnoticias@pucsp.br

    Diana Navas

    Beth Brait

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  • A POÉTICA DO MITO

    Neste ensaio, Aurora Bernardini, professora do Departamento de Línguas Orientais na USP, apresenta a primeira parte de suas reflexões sobre a relação entre mito e literatura instigadas pela obra de Eleazar Meletínski, A poética do mito, “fundamental para o pensamento crítico contemporâneo”. A segunda parte do ensaio será apresentada no próximo Congresso da ABRALIC.

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  • EPIDEMIA, CIÊNCIA E POLÍTICA NA “HISTÓRIA” DE TUCÍDIDES

    Hoje divulgamos o episódio #9: Epidemia, Ciência e Política na “História” de Tucídides, do podcast ISSO NÃO É GREGO, mantido por André Malta, professor de língua e literatura grega na USP. No podcast, André trata da peste que arrasou Atenas a partir de 430 a.C., no meio da guerra contra Esparta.

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  • Tempo de morangos ou tudo começou com um sim

    Em Tempo de morangos ou tudo começou com um sim, Cinara Ferreira e Gabriela Silva analisam as ressonâncias de A hora da estrela de Clarice Lispector na escrita de Caio Fernando Abreu, em especial no livro de contos Morangos mofados publicado em 1982. A partir da contextualização da obra nos anos 1960 e 1970 e de estudos sobre narratividade, como os de James Wood, Orhan Pamuk e Roland Barthes, são examinados aspectos da estrutura narrativa que conectam as duas obras numa perspectiva comparatista.

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  • O QUE PODEM OS ESTUDOS LITERÁRIOS EM MEIO A UMA PANDEMIA?

    Neste depoimento, que se integra à participação da ABRALIC na Marcha Virtual pela Ciência, a professora e pesquisadora da UnB, Regina Dalcastagnè, sugere que a literatura pode ser uma forma de oferecer beleza, reflexão e dignidade à vida.

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  • Edição: configuração, consolidação e institucionalização de um campo de estudos

    Nos últimos vinte anos, os estudos de edição cresceram no Brasil e em toda a América Latina. Já existiam antes, de maneira mais esparsa e menos organizada, mas nas últimas décadas foram se fortalecendo institucionalmente e tornando-se mais visíveis. Embora haja uma grande intersecção com os estudos literários, a edição demanda um olhar mais amplo e que atinja materialidades, catálogos, questões socioeconômicas, históricas e sociológicas, entre outras, ligadas à produção, à circulação e ao consumo do editado, seja ele literário ou não. Ana Elisa Ribeiro fala brevemente sobre as mudanças ocorridas nessa área, em nosso país.

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  • Em defesa do conhecimento e da pesquisa em Humanidades

    Depoimento do professor titular de Literatura Comparada da UERJ, João Cezar de Castro Rocha, marca participação da ABRALIC na Marcha Virtual em Defesa Ciência, que mobilizou universidades e institutos de pesquisa de todo o Brasil no último dia 7 de maio. Essa é uma luta que prossegue e exige nossa inteira participação.

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