Edição: configuração, consolidação e institucionalização de um campo de estudos

Nos últimos vinte anos, os estudos de edição cresceram no Brasil e em toda a América Latina. Já existiam antes, de maneira mais esparsa e menos organizada, mas nas últimas décadas foram se fortalecendo institucionalmente e tornando-se mais visíveis. Embora haja uma grande intersecção com os estudos literários, a edição demanda um olhar mais amplo e que atinja materialidades, catálogos, questões socioeconômicas, históricas e sociológicas, entre outras, ligadas à produção, à circulação e ao consumo do editado, seja ele literário ou não. Ana Elisa Ribeiro fala brevemente sobre as mudanças ocorridas nessa área, em nosso país.

Ana Elisa Ribeiro é pesquisadora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, onde atua no bacharelado em Letras (Edição) e no PPG Estudos de Linguagens. É líder do grupo de pesquisa Mulheres na Edição.

Em defesa do conhecimento e da pesquisa em Humanidades

Depoimento do professor titular de Literatura Comparada da UERJ, João Cezar de Castro Rocha, marca participação da ABRALIC na Marcha Virtual em Defesa Ciência, que mobilizou universidades e institutos de pesquisa de todo o Brasil no último dia 7 de maio. Essa é uma luta que prossegue e exige nossa inteira participação.

Informações de valores e pagamentos

A Associação Brasileira de Literatura Comparada (ABRALIC) informa os valores de anuidade e inscrição no XVII Congresso Internacional. Confira, no documento, informações sobre categorias, valores e prazos.


VALORES E PRAZOS INSTRUÇÕES PARA PAGAMENTOS RESUMOS SIMPÓSIOS

DÚVIDAS FREQUENTES

Com a mudança de gestão, estamos trabalhando nos procedimentos para recolher as anuidades. Independente de ser novo sócio ou não, o pagamento será realizado no período estipulado no site, tanto para anuidades quanto para inscrições.

Na categoria de simposista e proponente de comunicação, sim. Apenas as categorias de pôsteres e ouvintes não exigem associação.

UFRGS - Campus Centro, Av. Paulo Gama, 110 - Farroupilha, Porto Alegre.

A dinâmica das sessões de simpósios funcionam assim: cada um dos autores selecionados para apresentação de comunicação deverá expor seu texto em, no máximo, 15 ou 20 minutos (dependendo do número de participantes), num formato de comunicação individual, reservando-se tempo para discussão. Os coordenadores deverão estruturar as sessões do simpósio sob sua responsabilidade, distribuindo as atividades obrigatoriamente ao longo de todos os dias da programação e de acordo com o turno previamente designado pela Comissão Organizadora, idealmente em blocos de no mínimo 3 e no máximo 5 comunicações por sessão. Uma vez anunciada na página da ABRALIC, a programação passa a ser de responsabilidade dos coordenadores e não deve ser alterada sem a anuência de todos os membros do simpósio. As sessões podem acontecer entre terça-feira e sexta-feira, em turnos matutinos ou vespertinos.

O envio de comunicações é realizado depois da realização do congresso, em prazo a ser divulgado. A ideia é que os diálogos realizados nos simpósios possam ser trabalhados no texto final.